quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
D Avelina lança livro no dia 19 de janeiro de 2013
Avelina Noronha irá lançar seu livro em 19 de janeiro de 2013, às 16:00 horas no AUDITÓRIO DO COLÉGIO NAZARÉ.
Praça Madre Grillo Michel, 76
Participação: MADRIGAL RODA VIVA
Publicado em 2 de janeiro de 2013 às 15:56 na editoria de Cultura, Geral -
“Em cada corpo a letra da história escreve sua senha”.
(Marcelo Dolabela)
“Garimpando no Arquivo Jair Noronha” descortina um rico painel da história de Conselheiro Lafaiete unindo pesquisa e memória
A historiadora, genealogista, professora e poetisa Avelina Maria Noronha de Almeida irá lançar seu primeiro livro no dia 19 de janeiro de 2013. Nascida em 13 de novembro de 1934 em Conselheiro Lafaiete, ela é filha de Jair Noronha e Maria Augusta Noronha. Integra inúmeras entidades culturais e sua presença ativa é respeitada em vários segmentos e não só em Lafaiete. Com textos espalhados em jornais, antologias e revistas de todo o país, agora é a primeira vez que Avelina Noronha tem parte de seu intenso, longo e produtivo trabalho registrado em um livro autoral. A obra, intitulada “Garimpando no Arquivo Jair Noronha”, reúne artigos publicados no jornal Correio de Minas entre 2006 a 2011 e traça um verdadeiro painel da história e cultura de Conselheiro Lafaiete. Estruturado em sentido cronológico, o livro descortina a memória local desde os primórdios do Campo Alegre dos Carijós, no século XVII, até os dias atuais, passando pela Villa Real de Queluz até a Conselheiro Lafaiete de nossos dias.
Pepitas da Memória
Ora garimpando fatos, ora iluminando hipóteses, a bateia de Avelina Noronha traz luz a registros, conhecimentos e informações – alguns pouco correntes. Destacam-se, entre os temas, a real localização da primitiva matriz de Nossa Senhora da Conceição, a memória dos índios carijós, sua possível descendência céltica e a diáspora destes nossos ancestrais da Amazônia até o Campo Alegre. Fatos relacionando Lafaiete a eventos de importância nacional e internacional, como a Segunda Guerra Mundial, a Gripe Espanhola e a ereção do Cristo Redentor no Rio de Janeiro, completam este painel multifacetado da literatura lafaietense tão bem representada por Avelina Noronha. Neste livro o leitor é convidado a viajar por 351 páginas e muitas compilações que gravitam entre o documental e a tradição oral.
O livro “Garimpando no Arquivo Jair Noronha” tem prefácio assinado pelo escritor Ângelo Oswaldo de Araújo Santos e a edição a cargo
da Liga Ecológica Santa Matilde (Lesma). Com a publicação desta obra Avelina Noronha completa, ao lado de Antônio Perdigão (seu par) e Allex Milagre (seu discípulo) o delta da historiografia lafaietense.
Serviço
O que: Lançamento do livro “Garimpando no Arquivo Jair Noronha” (351 págs., R$ 40)
Quando: 19 de janeiro de 2013 a partir das 16 horas
Onde: Auditório do Colégio Nossa Senhora de Nazaré (Praça. Madre Teresa Grillo Michel, 176, Centro – Conselheiro Lafaiete)
Editora: Liga Ecológica Santa Matilde (LESMA)
Esforço de guerra do Grupo Escolar Pacífico Vieira; ao centro a professora Virginia; à direita da professora, Marina Biagioni e Terezinha d’Allencourt; à esquerda, Araken Santiago e Zilá Andrade
Lesma completa trilogia
Após a publicação de vários livros (locais e regionais) a Lesma Editores atinge um ciclo inédito na sua própria bibliografia. Sendo responsável em 2007 pela publicação do livro “De Villa Real de Queluz a Conselheiro Lafaiete”, do museólogo Antônio Perdigão, a editora deu início à trilogia histórica e acerto de contas com a memória de Conselheiro Lafaiete, cidade-polo. O segundo livro da série é “Lafayette Rodrigues Pereira, um ilustre queluzense”, do jornalista e historiador Allex Milagre. Esta obra foi a primeira versando sobre o patrono do município. Ambos esgotados a espera de segunda edição.
O livro de Avelina Noronha “Garimpando no Arquivo Jair Noronha” cristaliza este momento especial. Os que vivem em Conselheiro Lafaiete sabem da relevância destes três escritores. Entre memórias e fatos, Avelina fecha triunfalmente uma epopeia de muitos atores e persistência sem fim. Uma honra para a cidade de Conselheiro Lafaiete e para nossa editora.
Praça Madre Grillo Michel, 76
Participação: MADRIGAL RODA VIVA
Publicado em 2 de janeiro de 2013 às 15:56 na editoria de Cultura, Geral -
“Em cada corpo a letra da história escreve sua senha”.
(Marcelo Dolabela)
“Garimpando no Arquivo Jair Noronha” descortina um rico painel da história de Conselheiro Lafaiete unindo pesquisa e memória
A historiadora, genealogista, professora e poetisa Avelina Maria Noronha de Almeida irá lançar seu primeiro livro no dia 19 de janeiro de 2013. Nascida em 13 de novembro de 1934 em Conselheiro Lafaiete, ela é filha de Jair Noronha e Maria Augusta Noronha. Integra inúmeras entidades culturais e sua presença ativa é respeitada em vários segmentos e não só em Lafaiete. Com textos espalhados em jornais, antologias e revistas de todo o país, agora é a primeira vez que Avelina Noronha tem parte de seu intenso, longo e produtivo trabalho registrado em um livro autoral. A obra, intitulada “Garimpando no Arquivo Jair Noronha”, reúne artigos publicados no jornal Correio de Minas entre 2006 a 2011 e traça um verdadeiro painel da história e cultura de Conselheiro Lafaiete. Estruturado em sentido cronológico, o livro descortina a memória local desde os primórdios do Campo Alegre dos Carijós, no século XVII, até os dias atuais, passando pela Villa Real de Queluz até a Conselheiro Lafaiete de nossos dias.
Pepitas da Memória
Ora garimpando fatos, ora iluminando hipóteses, a bateia de Avelina Noronha traz luz a registros, conhecimentos e informações – alguns pouco correntes. Destacam-se, entre os temas, a real localização da primitiva matriz de Nossa Senhora da Conceição, a memória dos índios carijós, sua possível descendência céltica e a diáspora destes nossos ancestrais da Amazônia até o Campo Alegre. Fatos relacionando Lafaiete a eventos de importância nacional e internacional, como a Segunda Guerra Mundial, a Gripe Espanhola e a ereção do Cristo Redentor no Rio de Janeiro, completam este painel multifacetado da literatura lafaietense tão bem representada por Avelina Noronha. Neste livro o leitor é convidado a viajar por 351 páginas e muitas compilações que gravitam entre o documental e a tradição oral.
O livro “Garimpando no Arquivo Jair Noronha” tem prefácio assinado pelo escritor Ângelo Oswaldo de Araújo Santos e a edição a cargo
da Liga Ecológica Santa Matilde (Lesma). Com a publicação desta obra Avelina Noronha completa, ao lado de Antônio Perdigão (seu par) e Allex Milagre (seu discípulo) o delta da historiografia lafaietense.
Serviço
O que: Lançamento do livro “Garimpando no Arquivo Jair Noronha” (351 págs., R$ 40)
Quando: 19 de janeiro de 2013 a partir das 16 horas
Onde: Auditório do Colégio Nossa Senhora de Nazaré (Praça. Madre Teresa Grillo Michel, 176, Centro – Conselheiro Lafaiete)
Editora: Liga Ecológica Santa Matilde (LESMA)
Esforço de guerra do Grupo Escolar Pacífico Vieira; ao centro a professora Virginia; à direita da professora, Marina Biagioni e Terezinha d’Allencourt; à esquerda, Araken Santiago e Zilá Andrade
Lesma completa trilogia
Após a publicação de vários livros (locais e regionais) a Lesma Editores atinge um ciclo inédito na sua própria bibliografia. Sendo responsável em 2007 pela publicação do livro “De Villa Real de Queluz a Conselheiro Lafaiete”, do museólogo Antônio Perdigão, a editora deu início à trilogia histórica e acerto de contas com a memória de Conselheiro Lafaiete, cidade-polo. O segundo livro da série é “Lafayette Rodrigues Pereira, um ilustre queluzense”, do jornalista e historiador Allex Milagre. Esta obra foi a primeira versando sobre o patrono do município. Ambos esgotados a espera de segunda edição.
O livro de Avelina Noronha “Garimpando no Arquivo Jair Noronha” cristaliza este momento especial. Os que vivem em Conselheiro Lafaiete sabem da relevância destes três escritores. Entre memórias e fatos, Avelina fecha triunfalmente uma epopeia de muitos atores e persistência sem fim. Uma honra para a cidade de Conselheiro Lafaiete e para nossa editora.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Começamos nossas atividades de 2013 cantando na cerimônia de posse do Prefeito de Conselheiro Lafaiete.
"A solenidade teve ainda participação do Coral de Libras e do Madrigal Roda Viva"
Durante a Cerimônia de posse dos Vereadores, Prefeito e Vice Prefeito de C. Lafaiete coube ao Madrigal Roda Viva a execução dos Hinos Nacional Brasileiro e do Município sob acompanhamento da Banda "N. S das Graças", além da participação do Coral de Libras Meridional. No decorrer da solenidade o Roda Viva apresentou entre outras canções Água de beber, Quadrilha e Caçador de mim. - em Câmra Municipal de C. Lafaiete / Teatro Placidina de Queiroz
(Maestro Geraldo Vasconcelos)
"A solenidade teve ainda participação do Coral de Libras e do Madrigal Roda Viva"
Durante a Cerimônia de posse dos Vereadores, Prefeito e Vice Prefeito de C. Lafaiete coube ao Madrigal Roda Viva a execução dos Hinos Nacional Brasileiro e do Município sob acompanhamento da Banda "N. S das Graças", além da participação do Coral de Libras Meridional. No decorrer da solenidade o Roda Viva apresentou entre outras canções Água de beber, Quadrilha e Caçador de mim. - em Câmra Municipal de C. Lafaiete / Teatro Placidina de Queiroz
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
A GRANDEZA DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA
Gênero musical brasileiro que surgiu da Bossa Nova e que em 1964 representou a força da cultura contra o regime militar. A caraterística mais destacada deste gênero musical é a amplitude da sua diversidade, em particular, devido às mais diversas misturas de estilos e tendências que foi assimilando no seu gênero ao longo de décadas. Ritmos como o rock, soul, samba, música pop e artistas famosos como Gilberto Gil, Chico Buarque, Caetano Veloso e Marisa Monte e muitos outros, enriqueceram gradualmente a música popular brasileira.
A marca do nacionalismo
A música popular brasileira começou por ser uma música de protesto que transmitia um sentimento fortemente nacionalista. Por essa razão, muitos dos seus cantores sofreram episódios de censura. Ainda assim, a sua sonoridade suportava e prestava serviço a esse movimento renovado de contestação. Ao longo da sua evolução, ela adquiriu uma diversidade sem igual, que é hoje muito apreciada e que faz parte da cultura de qualquer brasileiro. No seu percurso evolutivo, passou pela tradição musical urbana carioca onde o choro e samba se encontram como símbolos da identidade nacional. De entre muitos outros Tom Jobim se destaca como um dos maiores talentos da música nacional. Esta abrangência não deve ser confundida por um estilo musical que por si só, representa a globalidade da música do Brasil, ela é apenas um dos muitos gêneros musicais presentes no país.
MPB: Cultura de um País
Todas essas vertentes tornam a música popular brasileira representação vital da cultura brasileira. A sua importância é incontestável, pois o seu contributo para a proteção de toda uma história que resultou da fusão de variadas identidades culturais está reconhecido. A influência da música popular brasileira é encontrada em todo o mundo, e pode, portanto ser assumida como figura da gente do brasil. Não existe melhor forma de transmitir a história e identidade de um país do que pela música. Toda a música popular brasileira traz consigo uma história, um amor, reivindicações políticas, ou o simples quotidiano do Brasil.
A música: força da cultura do Brasil
Não é possível falar sobre a identidade do Brasil sem referir a pluralidade da sua música, da sua importância na formação de cada indivíduo e do seu contributo na união da sociedade brasileira e na globalização da sua cultura. Os sons que caracterizam o seu povo se enraizaram de tal forma na sua história, que o brasileiro já nasce com o ritmo no sangue e o samba no pé.
A sua diversidade
A diversidade da música brasileira atravessa épocas e regiões e sempre serviu o Brasil como forma de expressão nas mais variadas áreas: a política, a crítica social, numa mensagem sempre ligada ao impacto no povo de determinado momento da sua história. A combinação de influências europeias e africanas, introduzidas essencialmente por colonizadores portugueses e escravos, formou na sua essência a música do Brasil. A influência dos vários povos e etnias que mesclaram assim na origem do povo brasileiro deixou a sua marca no domínio musical.
A sua evolução
Um Brasil construído sobre um imenso território, baseado em variadas culturas, classes sociais e etnias, sofreria inevitavelmente de uma desunião e afastamento dos seus estados tão divididos. Durante o Estado Novo de Getúlio Vargas, é o Samba que vem salvar e transformar o Brasil numa nação unida e orgulhosa, gerando assim uma identidade nacional centrada na beleza da mistura das raças, e ficando para sempre ligada à imagem do país e da sua tradição. O atual Carnaval é a celebração máxima da sua música e um símbolo nacional que atrai milhões de pessoas de todas as partes do mundo todos os anos.
A sua influência
Ao longo dos mais de 500 anos de história, a música brasileira viveu muitas variações, de onde foram surgindo diversos estilos como o forró, a bossa nova, funk, sertanejo, pagode e brega que enriqueceram a cultura brasileira de tal forma que essas sonoridades compassam o coração de cada brasileiro desde o seu nascimento como se estivesse desde logo gravado no seu ADN.
A música caipira
O termo Caipira surgiu da fusão entre o índio e o branco. Atualmente essa denominação está associada à ideia de uma figura estereotipada de um indivíduo que não fala corretamente, muitas vezes ridicularizada e objeto de gozação. Na realidade o "Caipira" tem ainda uma grande parte de índio, uma espécie de cultura livre, daí a sua profunda ligação à terra, às lendas e mitos e a sua música caracteristicamente rural, que quase sempre é um sentimento partilhado ao som de uma viola.
A cultura caipira e sua influência na música
A cultura caipira ficou bem conservada, devido principalmente sua localização do vasto território que forma o interior do Brasil. Possibilitou manter bem afastada das influências mais modernas, a cultura da época caraterizada pela colônia de Portugal que era o Brasil. De uma gente bem simples, que nutria um grande amor pela terra, que conhece como ninguém a natureza, e todos os seus segredos. A sonoridade caipira foi também por isso apelidada de "música do interior", pois está bem firme sobre uma temática sempre rural, repleta de romantismo puro, emoção, tristeza e melancolia. A viola caipira sempre faz parte do repertório, em oposição aos modernismos do Brasil urbano.
A modernidade ao seu serviço
No gênero caipira encontramos elementos como história de amor, choro, chuva, cristianismo, saudade e todos os elementos que vive da terra e para a terra. O afastamento da região interior do meio urbano permitiu preservar o seu estilo, e foi até mais longe, os modernistas defendiam o gênero musical legitimamente brasileiro e através do urbanismo, gravaram e divulgaram em larga escala a música caipira, mas de forma fiel à cultura que a originou e caracterizou. A modernidade percebeu a beleza e importância do som caipira, a qual embala multidão do Norte ao Sul do país, contribuiu deste modo para a sua proteção.
Fonte:: www.musicalmpb.com.br
Diretoria 2013/2014
Presidente: Marcos Aurélio Cunha,
vice-presidente: Édila Shirley de Almeida Campos,
secretária: Maria do Carmo Rodrigues;
2ª secretária: Vera Lucia de Souza Prado,
1ª tesoureira: Giselda Rodrigues Vasconcelos;
2ª tesoureira: Dandara Thairine de Rezende;
Relações Públicas: Alice Gomes Antonucci;
Diretor de Patrimônio e Arquivo: Jose Luiz Ciriano;
Conselho Fiscal:
Maria Aparecida Rocha Reis;
Adão Nascimento Assis;
Leticia Nascimento Gomes de Assis.
Suplentes de conselho fiscal:
Luiz Cláudio Campos;
Daniel Rezende Lopes de Almeida
Gisele de Carvalho Fernandes.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
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